Reflexões do que pretendia ser

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É complexo entender sentido na vida.

Pessoas que estão perdidas vão tentar encontrar a resposta pela religião. Há várias delas em todos os tipos de religiões buscando isso.

Você passa anos da sua vida adolescente tentando ser aceita na “sociedade da escola”. Faz de tudo. Se desdobra pra se encaixar em algum grupo para não se sentir sozinha. Sofre bullying por todos. Tem que aprender a lidar com isso. Tem que aprender a aceitar isso. Tem também que aprender a aceitar o seu corpo.

Não consegue fazer isso sozinha porque são como ondas fortes e altas que você recebe tapas na sua cara e vai atrás de psicóloga. Fica por 11 anos, com um pequeno intervalo de tempo querendo poder viver com suas próprias pernas.

Intercalada com coisas boas na sua vida, você até esquece desse “buscar por um sentido em ser algo que é” e continua com a vida. Continua com as metas e os projetos. A vida flui.

Dai, a faculdade acaba. Você se toca, a ficha cai pra vida.

Você vai seguir para o quê? Vai fazer o quê? Pra que você entrou na faculdade mesmo?

Ah, claro, você tava dentro de uma correnteza do que você precisava fazer e foi. Automaticamente.

Você desenha. Você ilustra. Você vende arte. Freela que não dá certo nunca. Até você acredita em um valor que tem, mas parece que não tem. Dai você desencana… “Vamos ser flexíveis”, deixa o freela pra lá e segue intuição. Continua com a sua própria arte para colocar seus demônios pra fora, tentar melhorar ela e como se comunica, porque vai que, futuramente, ela te ajude em algo dentro de sua profissão?

Mas, que profissão?

Sei lá. Daí a vida te impõem responsabilidades por atitudes que você teve mas que se refletiram nas atitudes de outras pessoas. Isso te afunda. Te deixa mal. Daí você fica doente e não pode sair (partiu contaminar outras pessoas o/)…. Mais um motivo pra você get down..

Só sei que estou buscando a minha verdade. De algum jeito, há de encontrar. Quem sabe, trombando com pessoas na vida, cada uma me trará um ensinamento diferente. Não funciona mais criar expectativa sobre elas. Delas, não virão nada. Mas sim de mim.

De dentro pra fora. E não de fora pra dentro.

Como? Não sei. Não faço à minima ideia.

Só sei que trombei com um blog que me abriu a cabeça pra outras coisas que tava precisando ouvir/ler.

E é pela escrita, que há coisas boas que me fazem refletir que estou constantemente em busca de algo.

Foda-se os outros que fizeram parte da minha vida no passado, que retornam, que ficam te rodeando pra dizer “ó, estou aqui (te stalkeando)”. Minha verdade continuará sendo a mesma: com ou sem vocês.

Capturar5
Autoria: Mulheres nos quadrinhos. Clique e vá para a origem da fonte.

Ana Blue

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