Caligrafia: Andrea Branco + Eduk – Parte 1

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Olá!

Finalmente o esperado post sobre minha relação com a Caligrafia chegou né?

Haha 😀 Levei um ano para fazê-lo. Fiz isso porque não queria passar informações pela metade para vocês sobre minha experiência. Pra quê passar pela metade? Vamos fazer direito. Não importa o tempo que leve. ~ Let it Flow* ~ O mundo não vai acabar se eu demorar, vai? ;P

Como eu já falo por aqui há muito tempo: o meu aprendizado é lento. Desde criança era lento. Para quê eu vou lutar contra a maré? Não adianta. Portanto, eu aceito esse meu ‘defeito’ (?). Eu demoro para assimilar tudo a minha volta.

Sabe quando a gente vai fazer atualizações do computador? ~ melhor exemplo da vida! haha ~ e o sistema do computador checa todos os arquivos tim tim por tim tim, com aquela barrinha carregando os %? Então, eu funciono assim. HAHA

Carregando Ana Blue zoado
Melhor gif da VIDA que encontrei! hahahah. Eu vou entendendo até um tempo.. Quando começa a fazer sentido, os questionamentos chegam e isso faz com que demore mais ainda para assimilar tudo: todas essas voltas sou eu tentando processar pra entender 100%.

Então, esse post terá uma subcategoria só para ele. “Categoria Arte > Caligrafia.” Porque ele é um complemento do meu processo criativo, junto com a aquarela que é a minha marca. Oops. Pera…. A minha marca se tornou uma só quando reparei o seguinte:

  • aquarela + caligrafia são um só. Meu logotipo é um exemplo disso. (Depois de muita análise que fiz para chegar nesta conclusão).

Para quem não sabe sobre ele, eu fiz um post explicando minha ligação com a caligrafia + aquarela, além do processo criativo do logo. ♥ Quem quiser ler para entender mais, só clicar aqui (assim eu resumo mais esse post para poder começar logo, eu faaaaaaaalo)

PRESTANDO ATENÇÃO

Os posts sobre Caligrafia serão separados em partes, para evitar que fiquem extensos demais. Vou contar de acordo com minhas experiências e ao final um resumo de tudo. 🙂


 

Ok, após lido o link acima, eu passei a estudar Caligrafia Copperplate por conta própria começo de 2015 após uma aula online da Andrea Branco no site eduk.com.br .

Este tipo de caligrafia é muito usada para convites de casamento, debutante, qualquer evento mais sofisticado e elegante. E claro, ilustração, identidade de marcas e assim vai.

De início, tiveram exercícios com lápis para aprender a dar a pressão certa usada na caligrafia.

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Aos poucos com as aulas, fiz exercícios das letras minúsculas, maiúscula e números (só que foquei apenas na escrita). Quando estudava, tudo o que tinha para basear meus estudos foram apenas as primeiras letras que fiz numa folha de caderno com as instruções da Andrea. Nesta primeira parte usei pena e nanquim.

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A PENA:

Nessa época, a pena que eu usava para esses primeiros estudos era uma Leonardt nº 41 que usava para desenho, já falei dela aqui. Ela também pode servir para caligrafia Copperplate. Vai depender de como você quer que a parte mais ‘grossa’ da letra fique, ou seja, cada tipo de pena abre mais a perninha ou não. Você vai entender essa diferença mais para frente nos próximos posts! 😉

NANQUIM TALENS:

Como era a única tinta que tinha eu andava treinando com ela. O acabamento dela é bonito, fica com um certo relevo e brilha. PORÉM, a gramatura do papel sulfite (de caderno) que usava não aguentava muito porque às vezes sangrava, ou seja, manchava. Além de que, o nanquim é meio grosso e pesado: a tinta caía mais rápido da pena e não estava funcionando muito bem. Estava pensando em outra alternativa mais barata já que esse nanquim é caro, logo, comecei a estudar com outra tinta que a Andrea também recomendou: o Guache (ou gouache). Falarei dele no próximo post, assim não fica extenso demais. 😉

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4 Comment

  1. Nossa, esse gif me define hahahahahha
    também sou mto lerda pra assimilar tudo 100%, o que é um grande obstáculo no trabalho 🙁

    1. Nossa, no meu 1º estágio eu sofri 🙁

  2. […] Essa é a 2ª parte sobre o post de Caligrafia Copperplate que estou fazendo. Para ler a 1ª parte, clique aqui. […]

  3. […] por questão de me incentivar a estudar mais por conta própria sobre Caligrafia Copperplate (falei desse meu estudo aqui). Fiquei um ano aprendendo sozinha e resolvi me enfiar em um projeto anual: 366 dias caligrafando […]

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